5 de dez de 2016

Desabafo 5

A seguir, um desabafo recebido em forma de carta. Um pouco triste e reflexivo. Mostra um pouco do modo como levamos a nossa vida, e a maneira como agimos e pensamos em relação ao outro.


O espaço ordinário, vangloriado, 
que na sua absoluta in/sensatez, 
nos permite viver/existir enquanto podemos, 
se fecha aos olhos de pessoas que tremem 
ao medo existente na mente das pessoas.

21 de set de 2016

Desabafo 4

desabafo_4

Oi...

Há muitos anos que não nos falamos. Como você está? Eu estou bem... eu acho! Estou com saudades dos tempos que não existiram. Saudades das recordações jamais concretizadas. Saudades desse espaço limitado que conseguimos antes do nascimento e depois da morte. Saudades do que eu não me lembro.

30 de ago de 2016

4 de ago de 2016

Desabafo 3

Talvez isso jamais chegue à mergulhar ou a visitar os seus olhos, mas gostaria de compartilhar. Acho ótimo e surreal como algumas coisas acontecem em nossas vidas.


20160727_065735



- Não me leve a mal, por favor -


...quando os nossos olhos somente se encontravam às margens de todas as manhãs, naquelas expectativas felizes às esperas de um primeiro oi ou um bom dia sorridente, eu não imaginava o que sentia. Enfim, um silêncio foi quebrado...

25 de jul de 2016

Desabafo 2

“O vácuo da insignificância assombra os seus medos mais ocultos, liberando as entradas ao subconsciente para as amarras do desconhecido, que continuam cantando junto às tempestades infundadas.

24 de jul de 2016

Trecho 20

"A linha - velha vida - separa o seu arco desesperador circulando e assombrando cada dia mais, todos os medos oriundos dos descasos conjuntos que rodeiam a sua cabeça.

20 de jul de 2016

Trecho 19

"...e foi visto que absolutamente ninguém conseguirá sentir uma letra do seu livro, a menos que tenha andado um pouco o (em seu) alfabeto.

Nada é tão incrível quanto o suspiro dos silêncios turbulentos, que circulam as redondezas iluminadas.

..."

Um coração que não nasceu

13 de jun de 2016

Poema 1 - Minhas lembranças

Paisagem


Nos gritos mais castigados
Um silêncio a garganta produz
Nos líquidos mais profundos
Daqueles pensamentos fundos
Neste caminhar que o conduz
Todos os dias sendo torturados

21 de jan de 2016

Trecho 17

"É chegada a hora em que é necessário colocar os sapatos da esperança, as luvas da serenidade, e enfim, a roupa macia da transparência misturada às gentilezas do bom senso.


Uma mente sadia explode resultados fabulosos!"


 

Um coração que não nasceu

1 de jan de 2016

Trecho 16

"Você declarou um arco-íris nas minuciosas palavras que - meu coração está rasgando em sonhos involuntários - saltitaram nas minhas veias.




Isso,


 

as iludiu.